
O Ambiental 3.1.1 foi criado e desenvolvido pela GPS Pamcary, líder em seu mercado de atuação, em parceria com a Mapfre Seguros, para as empresas que produzem, transportam ou distribuem Produtos Perigosos e Poluentes. Trata-se de um seguro de cargas com cobertura e assistência ambiental integradas, com ênfase na prevenção e no gerenciamento do processo de atendimento oferece, em uma única apólice, cobertura para danos e desaparecimento da carga, decorrentes de acidentes ou roubo, além de danos ambientais, morais e a terceiros, este último desde que transitado em julgado, e assistência jurídica.
Para poder oferecer a assistência de forma uniforme e estruturada em todo o território nacional e em alguns países do Mercosul, a GPS Pamcary procurou as melhores empresas do mercado em assistência a sinistros de Produtos Químicos e Petroquímicos Perigosos: a Suatrans, com experiência em atendimento emergencial em ferrovias para a indústria química e distribuidores de combustíveis, e a SOS Cotec, especializada na prevenção, gerenciamento e atendimento a emergências ambientais no transporte rodoviário.
Legislação
A legislação federal sobre o transporte de Produtos Químicos e Petroquímicos Perigosos é muito mais rigorosa, com penas pecuniárias e restritivas de liberdade, que podem chegar a até três anos de detenção do(s) infrator(es). Para o transporte dessas mercadorias, são necessárias, ainda, licenças estaduais, atualmente em número de 14. Alem disso, existe a preocupação com a imagem da empresa proprietária da carga diante de uma opinião pública muito mais atenta e de uma imprensa mais combativa.
“Podemos perceber um mercado de mais ou menos quatro mil empresas que, até o momento, antes do lançamento do Ambiental 3.1.1, tinham de contratar apólices de seguros de cargas desvinculadas da apólice de responsabilidade civil ambiental. E, mesmo assim, eram poucas as seguradoras que trabalhavam esse mercado”, esclarece o diretor da GPS Pamcary, Sílvio Bergamo.
Dados de Mercado
O mercado de produtos perigosos movimenta cerca de R$ 234 bilhões anuais. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria Química, ABIQUIM, a quantidade de acidentes com produtos químicos transportados apenas pelas rodovias brasileiras aumentou 25% em 2007.
Para cada 10 mil viagens realizadas em 2007, cerca de 2,5 ocorrências envolvendo cargas perigosas foram constatadas. Cerca de 60% das 46 milhões de toneladas de produtos químicos fabricados no País, anualmente, são transportadas pelo modal rodoviário. A média de idade da frota dos veículos usados para essa finalidade é de 12 anos.